domingo, 21 de julho de 2013

O faraó Merenptah


Merenptah ou Merneptah foi o quarto faraó da XIX dinastia egípcia do Império Novo. O nome Merenptah significa "Amado de Ptah". Governou entre 1213 e 1203 aC, segundo o egiptólogo alemão Jürgen von Beckerath.

Merenptah foi o 13º filho do faraó Ramsés II e de uma das suas esposas, a rainha Isitnefert. Tornou-se rei devido à morte prematura dos seus irmãos mais velhos, que deveriam suceder o pai; tinha já uma idade avançada (talvez cerca de 60 anos) quando ascendeu ao trono.

No 5º ano do seu reinado os Povos do Mar, vindos da Anatólia, invadiram a Líbia. Este povo foi responsável por ali introduzir as armas de bronze; junto com os Líbios, os Povos do Mar pretendiam invadir o Egito. Merenptah não só abortou esta invasão, como também os derrotou numa batalha que se julga teve lugar na região ocidental do Delta do Nilo.

No ato de generosidade, o faraó forneceu cereais aos Hititas (antigos inimigos do Egito) durante um período de fome motivado por mudanças climáticas na área do Mediterrâneo. Realizou também campanhas militares na Palestina contra as cidades de Ascalon, Gezer e Yenoham, com o objetivo de manter a dominação egípcia sobre aquele território.

Uma estela no seu templo funerário, que descreve as suas vitórias sobre os Líbios e as cidades da Palestina, faz referência ao nome "Israel", naquela que é a mais antiga menção não bíblica a este nome (que deve ser entendido em referência a uma tribo e não a um país). Em parte por causa disto divulgou-se a ideia de que Merenptah seria o "faraó do Êxodo", mas nada sustenta esta teoria.

Não existem provas arqueológicas ou históricas que sustentem a história do Êxodo ou a ideia da escravatura de um povo semita no Egito.


Uma vez que o seu reinado foi curto, Merenptah não teve possibilidade de levar a cabo um vasto programa de obras. No entanto, salienta-se as obras no templo de Ptah em Mênfis (onde também construiu um palácio), bem como o seu templo funerário em Tebas, construído por detrás dos Colossos de Memnon e recorrendo aos materiais do templo funerário de Amen-hotep III.



Sarcófago de Merenptah do Vale dos Reis
Merenptah foi sepultado na tumba número 8 do Vale dos Reis (KV8), uma das maiores desta necrópole. A sua múmia não foi descoberta neste túmulo, mas no "esconderijo" do túmulo de Amen-hotep II.

O Faraó Mernephtah
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


O Livro: O Faraó Mernephtah é um romance mediúnico espírita inglês, ditado pelo espírito de Conde John Wilmot Rochester para a médium russa Vera Kryzhanovskaia, que conta a vida de Moisés sob a visão de 3 espíritos Thermutis (mãe de Moisés e irmã do faraó, segundo o livro), Pinehas (um mago egípcio) e Necho (soldado do faraó).

Descrição

O livro é divido em dois volumes, o primeiro com as narrativas de Thermutis e Pinehas e o segundo com a de Necho e observações suplementares do espírito autor.
Narrativa de Thermutis

A narrativa de Thermutis conta que Mesu (Messu, nome verdadeiro de Moisés) foi um filho de um amor proibido entre ela e um hebreu, povo tido como indigno na época. Depois de ter o filho ela o dá para a família do pai, até o faraó Ramsés II decretar a matança dos bebês hebeus quando ela pede para que a família que cuidava, dele até então, colocasse ele em uma cesta e ela encenasse o encontro com a cesta para alegar ao faraó Ramsés II que o menino foi dado a ela pelos deuses, salvando assim sua vida. A narrativa para de ser detalhista om a mote de Thrmutis e termina com a morte de Moisés.
Narrativa de Pinehas

A narrativa Pinehas conta a vide dele próprio e as intersecções que esta teve com a vida do profeta Moisés. Pinehas foi um mago iniciado por Enoch, um hebreu amigo de sua mãe, em um templo onde estudou os mistérios egípcios. Mais a frente na narrativa, Pinehas é convencido por Enoch a ajudar Moisés a libertar os hebreus do Faraó Merneptah, quem, segundo o livro, é o faraó citado pela bíblia. Pinehas descreve Moisés como um impostor, porquanto usava as forças da natureza (que ele, Moisés, aprendeu a dominar na Índia, citada por ele como 'A mãe da sabedoria egípcia') para atemorizar a massa egípcia e forçar o faraó a libertar os hebreus. Pinehas conta também que: as pragas egípcias eram todas magias, descritas bem detalhadamentes, feitas por Moisés, que aprendeu a usar profundamente as leis da natureza, e alguns sacerdotes submissos a ele; o sonho de Moisés era ser rei do povo hebreu; Moisés era uma pessoa extremamente obstinada e magnética, porém não hesitava em ferir alguém para cumprir seu plano. A narrativa de Pinehas termina com a morte dele mesmo e descrições de sua vida espiritual.
Narrativa de Necho

Necho, amigo de iniciação de Pinehas, é o único que faz sua narrativa de uma visão totalmente egípcia e sua narrativa conta detalhadamente como o povo egípcio sofreu com as pagras e como as pragas eram apenas mapiluações de leis naturais, como descrito por Pinehas. Necho conta toda a saga de resistência do faraó contra todos os ataques de Moisés, até a sua morte com grande parte do exército egípcio no Mar Vermelho.
Comentários do Conde Rochester

O autor espirital do livro, que é na história o próprio faraó Merneptah, faz apenas dois comentários, o primeiro durante a narrativa de Pinehas e o segundo no final do Livro.





A missão revelada (a Moisés) era conquistar a amizade de Mernephtah e dominar assim, esse homem violento, mas generoso. Por intermédio do faraó, deveria aliviar a sorte dos hebreus (...) prepará-los para a liberdade e, chegado o momento favorável, obter de Mernephtah a libertação.




— Conde Rochester1


Conde Rochester/Merneptah também conta que Moisés era temido por todo o povo egípcio, inclusive os soldados, por usar seu magnetismo para provocar os mais diversos fenômenos físicos, e por isso não conseguiu prendê-lo.


Fonte: Wikipédia

Postagens Populares desta Semana